Quantas pessoas nos conhecem quando iniciamos em um novo trabalho? E quantas estão lá em nossa saída, nem que seja para dizer "já vai tarde". Claro que a grande maioria deles guardam sentimentos bons por quem sai, por mais incompetente que seja, quem sabe por pena ou apenas, por empatia, ao sentir que um dia aquilo poderá ocorrer com ela.
Na família e amigos, nem se conta. Quem chega ao ocaso da sua vida se transforma em herói, pessoa bondosa, honrada e com caráter. Verdadeiro santo canonizado tão logo saibam da sua passagem para outro plano. Até os inimigos, muitas vezes, tecem elogios à vida terrena de quem se foi... coisas que nem Freud explica! Ou melhor, pode até explicar, mas é difícil de entender.
No amor... ah, o amor... é um caso a parte! Seus nascer é efusivo, pólvora pura, tanto que é chamado de paixão o seu nascimento. Mas, assim como o sol, um dia tem o seu ocaso. E não estou dizendo aqui que não existe amor eterno. Apenas digo que em um momento, seja por motivos físicos ou emocionais, ele chega ao seu ocaso. Muitas vezes com dor. Outras, de forma serena... Seu fim se equivale a perda de uma pessoa amiga, independente da forma.
Mas, precisamos entender que em todos os ocasos da vida, esta age como um globo terrestre: é questão de tempo para que haja um novo nascer do brilho solar em nossas vidas.
Parafraseando Fernando Sabino, "No fim, tudo dá certo... se não deu certo, é poque não chegou ao fim!". Pois, quando Deus nos fez homens, nos deu o dom de iniciarmos sempre uma nova etapa com garra e vontade de que tudo dê certo.
Para tudo, até a morte, há uma renovação da vida. Então, vibre a cada nascer do sol, assim como os seus ocasos: sempre se iniciará um novo ciclo.
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